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Justiça do Rio condena quatro por estupro coletivo de adolescente

Quatro homens foram condenados a 15 anos de prisão por estupro coletivo contra uma jovem de 17 anos em Copacabana, Rio de Janeiro.

Por Redação Navegue Aqui ·

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Condenação dos envolvidos

A 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e ao Adolescente da Capital do Rio de Janeiro condenou quatro homens a 15 anos de prisão em regime fechado pelo estupro coletivo ocorrido no dia 31 de janeiro de 2026. Os condenados, que tinham entre 18 e 19 anos na época do crime, são Bruno Felipe dos Santos Allegretti, João Gabriel Xavier Bertho, Mattheus Verissimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin.

Além da pena de prisão, a sentença impõe o pagamento de indenização no valor de 40 salários mínimos pelos danos morais causados à vítima, uma adolescente de 17 anos. Os acusados foram absolvidos da acusação de cárcere privado.

Detalhes do crime e desdobramentos judiciais

Segundo as investigações, a vítima foi levada por um adolescente de 17 anos a um apartamento em Copacabana, onde inicialmente fora convidada a participar de algo que recusou. No local, os réus insistiram em manter relações com a jovem, configurando o crime.

Em abril, a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude da Capital, determinou a internação do adolescente que planejou o crime, destacando a gravidade da conduta e a violência empregada. A internação, sem possibilidade de atividades externas, tem duração inicial de seis meses e visa à ressocialização do jovem e à preservação da ordem pública.

Implicações jurídicas e sociais

A decisão judicial ressaltou o valor do depoimento da vítima e a necessidade de medidas rigorosas diante da gravidade do caso. A condenação reforça o compromisso do sistema judiciário em combater crimes contra crianças e adolescentes, promovendo justiça e proteção às vítimas.

Essa sentença destaca a importância das ações integradas entre órgãos de justiça e proteção para assegurar os direitos dos jovens e responsabilizar os autores de crimes graves.